Há algumas pessoas que dizem que o mercado de coaching já não é mais o mesmo, que está saturado, que todo mundo faz coaching…

Particularmente eu enxergo uma super oportunidade no mercado. E não é porque sou coach e quero acreditar nisso. Falo isso pela minha experiência como executiva na área de Marketing e Estratégia.

Uma das formas de se enxergar a oportunidade do crescimento de um negócio existente é através do levantamento do índice de conhecimento (awareness) do produto ou serviço. Não apenas de uma marca ou de um item específico, mas da categoria como um todo. E a escala do indicador vai do desconhecimento total ao conhecimento profundo e adoção ou rejeição da categoria.

Hoje, com exceção ao grupo de profissionais de RH, o coaching ainda é, na minha percepção, uma categoria de que “se ouviu falar”, mas se conhece pouco, quando se conhece…

Coaching é então associado a profissionais problemáticos, inseguros, com problemas de relacionamento. Coaching como a única saída para a pessoa possa continuar sua jornada profissional ou profissional. Mas, na verdade, coaching é para quem tem objetivos e quer realizá-los.

Coaching pode ser usado para apoiar estudantes em processos de entrada na universidade, pode ser usado para mudança de carreira ou de estilo de vida, pode ser usado para se tomar uma decisão – de comprar um carro (ou bicicleta) a se casar. Pode apoiar a organização de pensamentos ou de rotinas, a explorar opções e a identificar barreiras. Coaching pode ser usado também para desenvolver gaps profissionais apontados pelas avaliações de desempenho e para construir caminhos para uma futura promoção. Pode ser suporte para novos gerentes que saem do papel de colaborador individual para gestores, e tem que aprender como fazer através do outro.

Mas o conceito fundamental é que a chave do sucesso do coaching está com pessoa que está no processo. Não há mágica, nem fadas madrinhas.

O coaching visa a realização do potencial de cada um, de acordo com seus talentos e suas forças, na direção do que deseja para sua vida. Como dizia Tim Gallway, um dos pioneiros do coaching, “a essência do coaching é desbloquear o potencial das pessoas para maximizar seu próprio desempenho”. E muitas vezes, nosso principal adversário está dentro de nós.

Através de uma metodologia baseada em ouvir atentamente e em fazer perguntas poderosas que aumentam a consciência dos coachees (assim que chamamos quem está passando pelo processo de coaching), o coachee desenvolve suas próprias respostas, identifica as barreiras e descobre como derruba-las, para dar mais passos na direção da sua meta.

Coaching é um processo com início, meio e fim. Ao chegar ao resultado desejado, o coachee pode e deve seguir sozinho. Como usou suas ferramentas para conseguir caminhar, ele sabe que pode caminhar sozinho. E, que se um dia, precisar reorganizar as ideias, o bom e velho coach estará lá, com os ouvidos bem abertos para escutá-lo e apoiá-lo.

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6 Comentários

  1. Muito bom Aninha! Estou desenvolvendo meu negócio próprio e teu texto “fala comigo”. Tenho objetivos a serem alcançados e quero chegar lá. Devo te chamar a partir do meio do ano pra você me ajudar nesse caminho. Sua experiência e um olhar atento de alguém de fora com certeza vão me ajudar, e muito.
    Beijos, Mi.

    1. Mi, que bom ter notícias suas! Estou tentando falar exatamente com pessoas como você, produzindo material também no meu canal. Não sei se você viu o da semana passada sobre transformar ideias em negócios e hoje vai entrar um novo, com foco na solução. Beijo grande!!!

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